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Quinta-feira, 7 de Junho de 2007

EDUCAÇÂO À DISTÂNCIA

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES NOS CURSOS À DISTÂNCIA
CELINA OLIVEIRA PONTES, NELI TEREZINHA MENDES DA SILVA [1]
ORIENTADOR: SIDNEY ROBERTO KEMPA
Resumo:
Esse texto aborda a democratização do ensino público através dos cursos à distância, aumentando o número de vagas para viabilizar a formação de professores em nível superior transformando o curso Normal Superior em Pedagogia. Discute a metodologia aplicada nesta modalidade de ensino incrementada pelas novas tecnologias, comparando-a com a modalidade presencial.
No entanto este modelo de ensino fora da universidade tem sido alvo de questionamentos, comprometendo significativamente o conceito e a identidade do profissional a ser formado e que mais favorece o mercado bastante lucrativo, onde a educação é vendida como mercadoria não havendo quase nenhuma preocupação com a formação humana e pedagógica.
Palavras - chave: Formação de professores // Ensino a distância // Tecnologia.
Vivemos em uma sociedade onde as áreas do conhecimento se diversificam em demasia e evoluem rapidamente. O avanço tecnológico em todas as suas formas vem transformando as relações no mundo do trabalho e na formação dos profissionais. Mudanças significativas ocorrem em todos os segmentos da sociedade, agraciada pela era da informática, da comunicação. Essas mudanças atingem principalmente o sistema educacional, responsável pela formação dos professores. É o grande desafio imposto pela modernidade, dada a complexidade da escola, é o de formar profissionais com competência pedagógica para constatar um conjunto de mudanças na formação do professor, entre essas mudanças, destaca-se o EAD – educação de ensino a distância. (LUPION, 2004). De acordo com Demo (1998), ao destacar a importância crucial do professor na Educação a Distância, resume desta forma competência que ele deve possuir:
”A teleducação não dispensa professor, embora agregue a seu perfil outras exigências cruciais, como trabalhar com materiais didáticos produzidos com meio eletrônicos, trabalhar com ambientes diferentes daqueles formais da escola ou da universidade, acompanhar ritmos pessoais, conviver com sistemáticas diversificadas de avaliação”. (DEMO, 1998; p.200)
A Educação à distância é uma modalidade educacional caracterizada pela interação simultânea entre os atores do processo educativo. A mediação didático-pedagógica nos processos de ensino aprendizagem ocorre com a utilização de meios de tecnologias de informação e comunicação, com estudantes desenvolvendo atividades educacionais em lugares e tempos diversos. A EAD amplia e democratiza o acesso a educação e possibilita a auto-aprendizagem, sendo caracterizada pela separação física entre professor e aluno, que fazem uso de material didático apropriado. O objetivo desta modalidade é complementar, reforçar ou substituir a educação presencial, atendendo as necessidades e ritmos pessoais e contribuindo para ampliar a cobertura e a oportunidade de aprendizagem. Essa modalidade de ensino é regida pelo decreto n° 5622/2005 que regulamenta o artigo 80 da lei 9394/96, a qual prevê metodologia, gestão e avaliação do ensino, próprios para essas modalidades e também a obrigatoriedade de momentos presenciais apenas para quatro situações;
-Avaliação de estudantes;
- Estágios obrigatórios, quando previstos na legislação;
- Defesa de trabalhos de conclusão de curso'
- Atividades relacionadas a laboratórios de ensino, quando for o caso.
Na educação profissional o EAD abrange os cursos e programas de: seqüência, graduação, especialização, mestrado e doutorado. A lei diz no artigo 30 que a criação, organização, oferta e desenvolvimento de cursos e programas a distância deverão observar a legislação em vigor para seus respectivos níveis e modalidades da Educação Nacional. Assim como deverão ser projetados com a mesma duração definida para os mesmos cursos na modalidade presencial. No artigo 70 parágrafo único diz que os referenciais de qualidade para a Educação à Distancia, são definidos pelo Ministério da Educação, em colaboração com os sistemas de ensino.

O EAD NO ATUAL CONTEXTO
Estamos numa fase de consolidação do EAD no Brasil, principalmente no Ensino Superior, segundo reportagem da Folha Dirigida, Rio de Janeiro, de 2006, (O MEC) Ministério da Educação e Cultura, tem se empenhado em mudar o conceito de que só as escolas tradicionais formam bons alunos. Avalia que o Ensino a Distância não é de pior qualidade, pelo contrario. Os indicadores mostram que os alunos do EAD são iguais ou melhores que os da Educação Tradicional. Faz-se difícil a avaliação abrangente e objetiva do ensino superior a distancia no Brasil, pela rapidez com que esta se expande. Há média de 90 instituições do EAD, e as pesquisas sobre a qualidade do ensino não são abrangentes, são de caráter isolado como relata MORAN, onde mediante pesquisas realizadas via internet há alguns problemas com o EAD no Brasil:
-Organização de projetos-pilotos sem a adequada preparação de seu seguimento;
-Falta de critérios na avaliação dos programas projetos;
-Inexistência de uma memória sistematizada, dos programas desenvolvidos e das avaliações realizadas (quando estas existam);
-Descontinuidade dos programas sem qualquer prestação de contas de seus objetivos;
Programas pouco vinculado as necessidades reais do país e organizados sem qualquer vinculação escola com programas do governo;
-Permanência de uma visão administrativa e política, que desconhece os potenciais e as exigências da educação a distancia, fazendo com que essa área seja administrada por pessoal sem a necessária qualificação técnica profissional;
-Pouca divulgação dos projetos, inexistência de canais de interferência social dos mesmos;
-Organização de projetos-pilotos somente com a finalidade de testar metodologias.
E nesse contexto é alarmante o crescimento de cursos para a formação de professores.
MINTO 1998, p 181- ”O uso de tecnologias avançadas de comunicação é imprescindível, amplia o alcance territorial, dissemina conhecimentos, agiliza discussões, porém não substitui a dupla troca que caracteriza o contacto educador/educando; envolve custos elevados, organização centralizada e aquisição de equipamentos. Num país onde vigoram lobbies escusos e licitações duvidosas, educação à distância neste contexto,é preocupante. Além disso, alcançariam as escolas e seus professores? Aproveitariam as redes educativas já existentes?”

O ENSINO À DISTÂNCIA PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES
A formação do professor a distancia iniciou-se, em 1934, com a criação da Rádio Escola Municipal do Rio de Janeiro, quando foram realizados programas diários que incluíam um jornal de professores. O programa Universidade no Ar realizou em 1941 emissões radiofônicas para a formação de professores leigos, em 1960 os cursos a distancia foram ampliados com a utilização de diferentes meios: por correspondência rádio e TV. Na década de 1970 é criada a ABT Associação Brasileira de Tecnologia Educacional, divulgando pesquisas e estudos, promovendo a realização de seminários e anais sobre Tecnologia Educacional. Em 1976, foi criado o Projeto Logos, com o objetivo de habilitar professores leigos, expandiu-se por 19 estados brasileiros e teve ampla adesão dos professores. O programa utilizava o ensino por módulos impressos com tutoria local e por uma central de atendimentos por carta e telefone. Em 1979, é lançado o Programa de Pós-graduação Tutorial à Distância - o Pósgrad, uma parceria dos A.B.T. e da Coordenação de aperfeiçoamento do Pessoal do Ensino Superior, utilizando o ensino por correspondência. Vários outros programas foram utilizados na década de 80, os quais envolveram o rádio e a televisão, com destaque para o Projeto Ipê realizado pela TV Cultura no Estado de São Paulo, atualização de docentes das séries iniciais do ensino fundamental. A expansão do ensino a distância foi acentuada na década de 1990, e muitas Instituições de Ensino Superior passaram a ofertar cursos de licenciatura, especialização e mestrado. Em 1995, foi criada pelo Ministério da Educação a Secretaria de Educação a Distância, com a finalidade de coordenar os diferentes programas de Educação a Distância em desenvolvimento no
Brasil, a qual vem acompanhando e apoiando as instituições credenciadas para a realização da Educação a Distância, que até o ano de 2006 eram 90 instituições credenciadas para a oferta de cursos à distância.
Em 2000 havia quase um milhão de professores a serem formados, para cumprirem as determinações legais, deverão ser formados até o final da década da Educação que se encerra em 2007, 768 mil docentes do ensino fundamental e médio que já atuam nas redes municipais e estaduais que não possuem o nível superior completo. Esse quadro de urgência para a formação dos profissionais em educação, tendo em vista a obrigatoriedade do Ensino Superior, tornou-se um atrativo, valorizando o mercado lucrativo para as Instituições de Ensino Superior privada, desencadeando uma verdadeira avalanche de cursos superiores à distância para formação de professores; o conhecido Normal Superior (Romanowsky, 2004).
As exigências do mercado de trabalho também interferem na política pedagógica, levando-se a rediscutir princípios educacionais. E pela primeira vez em âmbito nacional as redes públicas tiveram de maneira sistematizadas uma série de cursos para a formação continuada para os professores de educação Infantil e Ensino Fundamental. No primeiro semestre de 2004 o MEC assinou convênio com vinte centros de pesquisas ligados a Universidades de 14 Estados. Eles tiveram seus projetos aprovados para a criação de cursos presenciais, semipresenciais e a distância, nas áreas de Alfabetização e Linguagem, Educação-Matemática Científica, Ensino de Ciências humanas e Sociais, Artes e Educação Física e Gestão e Avaliação.
Esses cursos que tem abrangência nacional podem ser estendidos com o tempo para quem leciona no Ensino Médio. Cada núcleo receberá 500 mil reais por ano durante quatro anos, porém essa é apenas uma das fontes de recursos, a idéia é que os centros vendam seus produtos diretamente para as prefeituras ou governos estaduais interessados, adquirindo assim autonomia. Revista Nova Escola, dez. 2004, Encarte Especial. pg. 37). O que comprova o discurso dos neoliberais, de que a educação não é mais papel do Estado, os quais defendem claramente o convênio e a parceria com empresas da rede privada. (VIEIRA, 1995)
As conseqüências de tudo isso são as críticas das quais se tornou alvo o ensino brasileiro, apontando o professor como profissional mal formado, e, muitas vezes, como irresponsável e incompetente, por não se esforçar para mudar a situação. É inútil criticar os professores sem lhe conceder uma formação substantiva e de qualidade.
Segundo MIRANDA[2] Infelizmente o que vem sendo discutido pelos estudantes e professores dos cursos de Pedagogia na modalidade presencial é a aprovação pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura), em dezembro de 2005, através do CNE (Conselho Nacional de Educação), da Resolução que institui as diretrizes curriculares para o curso de Pedagogia.
A Resolução diz que: Art. 11. As instituições de Educação Superior que mantém cursos autorizados como Normal Superior e que pretendem a transformação em Pedagogia deveram elaborar novo projeto pedagógico obedecendo ao contido nesta Resolução.
Entendemos que, transformar o curso Normal Superior em Pedagogia num momento em que a LDB (Lei de Diretrizes e Bases) exige a formação em nível superior para aqueles que atuam no sistema escolar, docentes que só cursaram o magistério, professores que buscam um nível maior de profissionalização, até como justificativa na luta por melhores salários e reconhecimento social, quando os meios
de comunicação debatem sobre a qualidade da formação docente. Essa mudança amplia e valoriza o mercado lucrativo para instituições de Ensino Superior privado e aumenta o leque de atuação destas favorecendo cursos de formação para professores que economizem “tempo e recursos”, principalmente recursos públicos.
Esses cursos vêm “habilitar” um número significativo de jovens, sem a formação adequada que atuam nas zonas rurais e urbanas, jovens que vem do ensino médio atuam em educação indígena e educação secundária.
É exigida a formação superior para a Educação Infantil, no entanto faltam professores qualificados, num contexto em que os salários dos professores estão em um patamar mais baixo do que trabalhadores sem nenhuma qualificação profissional o “Normal Superior faz cair drasticamente o número de interessados em estudar quatro anos para se tornar professor.” (IBARROLA, 1998). Ampliou-se o campo curricular e institucional num momento em que a pedagogia, a prática profissional e o sistema educacional sofrem alterações de crescimento e transformações ainda não resolvidos. No entanto ao transformar o Normal Superior em Pedagogia não criaram as condições necessárias para tornar a formação de docentes em nível superior uma realidade eficiente e de qualidade, por tratar-se de profissionais que irão no futuro educar e formar cidadãos e principalmente nas séries iniciais do Ensino Fundamental, que são a base para todo o desenvolvimento educacional dos alunos.
Num curso a distância perde-se o foco da formação para a docência como o trabalho em grupo com os alunos, a posse do plano de estudos por parte do professor, as várias metodologias, estratégias e alternativas que ele possa escolher enquanto profissional aquela que melhor se adaptem ao seu grupo de alunos. (IBARROLA, 1998)
A SEPARAÇÃO FÍSICA ENTRE O PROFESSOR E OS ALUNOS.
Segundo Saviani, a Pedagogia deve buscar métodos de ensino eficazes que superem por incorporação as contribuições de uns e de outros, métodos que estimularão a atividade e iniciativa dos alunos entre si e com o professor, sem deixar de valorizar o diálogo com a cultura acumulada historicamente. Levar em conta o interesse dos alunos, os ritmos de aprendizagem e o desenvolvimento psicológico considerando a sistematização lógica dos conhecimentos, ordenação e gradação para efeitos do processo de transmissão-assimilação dos conteúdos cognitivos.
No ensino presencial no qual o professor está presente interagindo com os alunos buscando novas formas de incentivos e estímulos aos alunos, ainda existe a dificuldade de manter a atenção e o interesse da turma durante as aulas: mesmo com debates, muitas vezes acalorados, trabalhos em grupos e uma metodologia
diversificada, inclusive com o uso da tecnologia, ainda assim há dispersão e falta de interesse.
O que se pode dizer então sobre a EAD onde não tem essa interação professor-aluno e a dificuldade em se administrar o tempo de estudos dos alunos é maior. O vídeo por si só não tem a capacidade de interação e integração com, e entre os alunos e o tutor que é o responsável pela mediação didática – pedagógica na maioria das vezes não tem formação adequada para o curso que ministra e não está em total disponibilidade para os alunos. Em visita a uma sala de EAD pudemos observar o desinteresse dos alunos, tomando cafezinhos, fazendo tricô, lendo revistas e o vídeo sozinho passando conteúdo das disciplinas para dois ou três alunos que depois vão ensinar o que aprenderam a sua maneira, pois não há como esclarecer dúvidas e discutir o conteúdo com o vídeo. Esses que realmente se dedicaram é que vai “passar” o que conseguiram absorver, para os demais por conta de uma avaliação ou trabalho posterior a respeito desta ou daquela disciplina. A separação física entre professor e alunos facilita a dispersão e a falta de concentração desestimulando um enfoque maior sobre o que se está aprendendo. É a presença do professor que incentiva o aluno a questionar, debater e buscar no restante da turma a integração necessária a sua formação.
Como isso se fará? Sem o professor instigando, interagindo, investigando e pesquisando a realidade de seus alunos? È no mínimo improvável que vídeos, materiais didáticos computadores possam suprir essa relação que vai além da relação com o aluno e com a classe. É uma relação de afetividade que vai se construindo na qual os alunos passam a confiar e a gostar de seu professor o que definitivamente não acontece no Ensino a Distância. “O professor passa aquilo que ninguém pode tirar de alguém, conhecimento. Conhecimento só pode ser passado adiante por meio de uma doação.” (D ‘AMBROSIO, 1998 p. 240, 241)
A Educação como prática humana que lida com valores, não dá para ser transmitida através de um aparelho eletrônico, muito menos preparar um professor que vai trabalhar com vidas humanas. ”Não podemos nos colocar diante de um aparelho de televisão e sermos “entregues”, ou ficarmos “disponíveis ao que vier”. (FREIRE, 1996 p.140)
ENFASE NO MATERIAL DIDÁTICO
“A dinâmica na mudança didática coloca para o curso de formação de professores o problema da transformação de informações em conhecimentos. Para o exercício do Magistério é muito importante a elaboração de informações mediante reflexão e análise a luz de estudos já realizados por outros (teorias) porque, ao mesmo tempo em que este exercício envolve julgamentos e ações relativos a fatos que fazem parte da vida cotidiana, envolve também ação que deve ser pedagogicamente adequada”. (MICOTTI, 1998, p. 121)
No EAD o foco do ensino está na utilização de materiais didáticos que são elaborados por diversas pessoas e repassados aos alunos via internet. Não se tem uma aproximação da realidade com aquele conteúdo, ele pode ter sido elaborado em outra região do país, onde as condições sociais são diferentes e a clientela também. Quando o ensino é presencial existe a possibilidade de adaptar os conteúdos a realidade local, com a orientação e mediação dos professores. Como acontece com os meios tecnológicos, o material didático não se explica sozinho, é necessário um profissional que tenha formação especifica para fazer a mediação entre o conteúdo do material e a realidade do aluno. Para SACRISTAN 2000, a reflexão dos conteúdos deve ser feita em cima do valor que este tem para os alunos, as possíveis vias de conexão e interesses, sua habilidade para apoiar outras aprendizagens posteriores, a capacidade para explicar situações reais do tipo físico, social, cultural, pessoal etc. esses conteúdos devem gerar sempre em torno da realidade.
O ensino teórico deve partir dos problemas reais, considerando que os alunos de Pedagogia vêm de estratos variados, No momento que exercerem a profissão estarão, alem disso, aptos a teorizar a partir da experiência, e seu desempenho será, conseqüentemente, coberto de maiores êxitos. De outro ponto de vista, os pedagogos não podem ensinar ciências sem adaptar a realidade local (RUZ, 1998, p. 93-94 )
CONSIDERAÇÕES
A formação dos professores para as séries iniciais do Ensino Fundamental é um dos principais pontos a serem discutidos pelo sistema educacional. Por se tratar da formação de base para o futuro de nosso país, acreditamos que essa formação não pode se dar de maneira fria e solitária, como acontece nos cursos à distância.
A cooperação mútua, as atividades em sala de aula e o conhecimento socializado fazem parte da formação do professor que também precisa da
afetividade, alegria e interação coletiva típicos de uma universidade. De que maneira o professor poderá ensinar aos seus alunos valores e sentimentos, se ele não os experienciou em sua formação profissional? Não esquecendo que é o professor o grande responsável pelo bom relacionamento em sala de aula, onde o convívio, calor humano, o saber ouvir e o falar, tecnologia alguma pode substituir em tempo algum.

REFERÊNCIAS
CAPACITAÇÃO. Nova Escola, ano XIX. N. 178, Ed. Abril. São Paulo. Encarte Escola dezembro 2004.
D’AMBRÒSIO, Ubiratan. Tempo da escola e tempo da sociedade. -Formação de professores / organizadores Raquel Volpato Serbino... [et al.]. – São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1988. – (Seminários e debates).
DEMO, Pedro. Questões para Teleducação. Formação de professores diante de uma nova atitude formadora e de eixos articuladores do currículo, Petrópolis: Vozes, 1998
IBARROLA, Maria de. A Recente experiência mexicana de formação básica e contínua de professores. -Formação de professores / organizadores Raquel Volpato Serbino... [et al.]. – São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1988. – (Seminários e debates).
FREIRE, Paulo, Pedagogia da Autonomia: Saberes necessários à prática educativa. Paz e Terra, São Paulo, 1999.
Relatoras: CRAVEIRO, Clélia B. A., SILVA, Petronilha B. G. MEC. PARECER CNE/CP Nº 3/2006 – Reexame do Parecer CNE/CP nº 5/2005. Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de Pedagogia
MICOTTI, Maria C. O professor e as propostas de mudanças didáticas - Formação de professores / organizadores Raquel Volpato Serbino... [et al.]. – São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1988. – (Seminários e debates).
MINTO, César A. As leis e a formação de professores. -Formação de professores / organizadores Raquel Volpato Serbino... [et al.]. – São Paulo: Fundação Editora da UNESP, 1988. – (Seminários e debates).
MORAN, José Manuel. Disponível em www.eca.usp.br/prof/moran/ acesso em 23/05/2007
[1] Acadêmicas do terceiro ano do curso de pedagogia da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Paranaguá Campus – Matinhos.
[2] Os comentários da DRT Sônia Guariza Miranda foram feitos durante a palestra realizada pela mesma no IV Seminário de Pedagogia da FAFIPAR realizado em Paranaguá no dia 24/10/2006.

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